Primeira Praia
Antiga “Prainha”
A mais próxima do centro: 300 metros de areia branca e fofa, com barracas tocadas por famílias nativas.
Cinco praias numeradas, piscinas naturais, passeios de barco e quase 500 anos de história. O que você precisa saber para aproveitar cada dia da ilha.
As praias ganharam números com o turismo. Antes, cada uma tinha um nome ligado à sua história.
Antiga “Prainha”
A mais próxima do centro: 300 metros de areia branca e fofa, com barracas tocadas por famílias nativas.
Antigo “Poço da Praia”
400 metros de água clara e o maior movimento da ilha. Vôlei, futevôlei, frescobol, capoeira e os bares mais conhecidos.
Antigo “Rio do Pinto”
A praia da pousada. Fica entre a Ilha da Saudade e a Quarta Praia e é um dos melhores pontos de mergulho: em volta da Ilha de Caitá, em frente, há bancos de corais com peixes coloridos.
Antigo “Mangue Queimado”
A mais extensa, com 4 km. Pouco movimento, água transparente, piscinas naturais de um lado e coqueiros do outro.
Antigas “Mata” e “Karapitangui”
Quase deserta e sem bares. Ótima para banho e caminhada longa. Com maré alta, o caminho de 6 km fica mais difícil.
Entre a Quarta Praia e Boipeba
Piscinas naturais de água morna formadas por recifes, cheias de peixes. É parada dos passeios de barco.
Vila de pescadores
Tranquila e boa para velejar, com aluguel de equipamentos. Chega-se a pé, em cerca de 40 minutos, ou de barco, em 15.
O passeio mais completo. Sai da Segunda Praia, passa pela Praia do Encanto e pelas piscinas de Garapuá e Moreré, para em Boipeba para o almoço e volta pelos manguezais, com parada na cidade histórica de Cairu.
Das 10h às 16h
Sai da Terceira Praia, com música e bar a bordo. Piscinas da Ilha do Caitá, banho de argila, Ponta do Curral, banco de areia da Coroa Grande com bar flutuante e almoço na Gamboa.
Retorno por volta das 16h
Com a maré baixa, saia do cais e vá pela beira do mar, passando pelas praias do Porto de Cima e da Ponta da Pedra até a encosta de argila. São uns 25 minutos.
As ruínas da Fortaleza de Tapirandu, ao lado do cais e abaixo do Farol, são o ponto clássico do fim de tarde. A Toca do Morcego é outra opção.
Sai do alto do morro e termina no mar. Do mirante dá para ver a Primeira, a Segunda e a Terceira Praia e a Ilha da Saudade, mesmo para quem não vai pular.
Altura e valores
A noite começa nas barracas de caipifruta da Segunda Praia e segue pelas festas da ilha, com ritmos para todos os gostos.
Programação semanal
Os primeiros moradores foram os povos Aymoré e Gueré. A vila foi fundada em 29 de junho de 1535, dia de São Pedro e São Paulo, e por isso ganhou o nome.
A ilha protegia a chamada “barra falsa” da Baía de Todos os Santos e o Canal de Tinharé, rota de abastecimento de Salvador. Essa importância explica os monumentos que você encontra andando pela vila.
Começou a ser construída em 1630 para proteger a entrada da Baía de Todos os Santos. Ainda conserva 678 metros de muralha de pedra e óleo de baleia e é tombada como Patrimônio Histórico Nacional.
Erguido entre 1848 e 1855 com maquinário trazido da França. O mirante ao lado já fez parte da defesa da ilha.
De 1746, abastecia de água potável boa parte da Bahia colonial. A cisterna tem cúpula em meia-laranja e uma escadaria de mármore leva até a fonte.
A primeira parte é de 1628. O altar copia o da Igreja de São Francisco, em Salvador, e o piso guarda lápides de antigos moradores. As missas são aos sábados.
Daqui você chega a pé às praias, aos passeios e à vila. São 7 suítes, de 2 a 6 pessoas, com café da manhã incluso.
